Qual o melhor parto para mim?

Publicado em 2 de agosto de 2019 por

Dr. Alberto Guimarães, respondeu à Revista Bebê e Criança falando sobre os tipos de parto.

Parto Cesárea
É indicada para uma gestante que está em trabalho de parto e precisa se submeter ao método por causa de alguma complicação. De maneira suave e tranquila por incisão no útero, acontece a exteriorização da cabeça, e , depois, a retirada do restante do corpo do bebê. “O que precisamos ressaltar é que esse útero, fora de trabalho de parto, não está se contraindo  naturalmente e, portanto, a saída do bebê não é algo automático. Então, não é algo tão fisiológico assim como no parto normal.

Parto Fórceps
Ferramenta cirúrgica semelhante a uma colher, que é utilizada para ajudar no trabalho de parto normal, quando a criança não consegue nascer espontaneamente.

Parto Humanizado
Não está relacionado a uma técnica, mas sim a uma circunstância quando a mulher tem o controle da situação e as suas decisões são respeitadas e levadas em consideração. Neste caso, entende-se que a ação é  um ato fisiológico e natural da humanidade,, independentemente do local. Além disso, para auxiliar a gestante com o máximo de conforto, é possível utilizar banheiras, bola de pilates e exercícios para facilitar o nascimento do bebê.

Parto de Lótus
Após o nascimento, o bebê se mantém ligado à placenta pelo cordão umbilical até que haja o descolamento ou queda natural. Algumas  gestantes adotam este método por acreditarem em benefícios espirituais. “Sem dúvida, está espera de ligadura tardia do cordão é muito importante e traz inúmeras vantagens ao bebê: o sangue continuará levando oxigênio, ferro, nutrientes e hormônios e, por isso, não há motivos para se fazer o corte tão rapidamente. A equipe médica pode esperar a parada da pulsação para realizar o corte do cordão.” segundo o Dr.  Alberto.

Parto Normal
Refere-se ao nascimento por via vaginal. Neste procedimento, o bebê tem uma chance maior de nascer maduro, e com um pulmão funcionando melhor. Também está mais propenso a ser amamentado logo ao nascer. Além disso, cortar o cordão umbilical na hora adequada possibilita que uma quantidade de sangue da placenta passe para o bebê permitindo que ela tenha menos chance de  ter uma anemia na fase inicial. “Para a mãe, há uma grande possibilidade de ter menos sangramento, menos infecção e, ainda não compromete o útero em uma futura gravidez. A recuperação costuma ser mais rápida e eficaz”, finaliza.

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